A seleção de uma UPH começa com a pressão de libertação e fluxo necessários do travão. Deve fornecer pressão suficiente para superar a força da mola e fluxo suficiente para alcançar o tempo de resposta necessário (quão rápido o travão liberta). Considere o número de travões servidos por uma UPH, se operam simultaneamente e o ciclo de trabalho requerido.
Os parâmetros-chave incluem: pressão nominal, taxa de fluxo da bomba, volume do reservatório, nível de filtração, configuração da válvula (válvulas direcionais, válvulas de retenção, válvula de alívio de pressão), necessidades de acumulador (para libertação de emergência ou resposta rápida) e monitorização (interruptores de pressão, sensores de nível/temperatura). Condições ambientais são importantes—locais frios podem requerer aquecedores; locais offshore podem precisar de invólucros resistentes à corrosão e classificações IP mais elevadas.
Considere também a filosofia de segurança. Muitos sistemas de travagem de segurança exigem libertação do travão apenas quando a energia está presente; no entanto, algumas aplicações necessitam de libertação controlada durante manutenção ou resgate, o que pode requerer disposições manuais de bomba. Por fim, assegure compatibilidade com o tipo de fluido hidráulico e os objetivos de limpeza (códigos de limpeza ISO). Uma unidade de potência hidráulica (UPH) subdimensionada ou mal filtrada é uma causa comum de libertação lenta, travagem instável e manutenção elevada.


